Sobre o primeiro mês do ano – 1/12

Oi, pois então eu estava com saudades daqui… Vamos falar um pouco sobre o mês de janeiro?

Janeiro nunca foi o meu mês preferido, ele não entra nem em um Top 5. Esse primeiro mês do ano sempre foi a minha classificação de férias, um momento que eu sempre tive para relaxar antes das aulas começarem, um estado de preguiça e procrastinação total. Mas esse ano foi diferente. Pela primeira vez, eu não vou voltar para a escola em fevereiro/março, e eu ainda não me acostumei com isso. Essa é a pior parte de terminar o ensino médio…

MASSSS, vamos falar das coisas boas, as coisas que eu fiz esse mês que valeram (ou não) a pena..

janeiro

  1. A série mais realista de todas: Black Mirror. Comecei e ver  por causa de um amigo mas sempre tive vontade, tanto que ela já estava a muito tempo na minha lista. É uma série do Channel 4 e da Netflix, que conta com 3 episódios por temporada e um especial de natal. Ela é uma releitura inglesa da série americana de sucesso The Twilight Zone. Ela é deliciosamente amarga e verdadeira, vocês deveriam dar uma chance. Uma outra hora eu volto a falar dela.
  2. A 2ª temporada de Brooklyn 99: Na verdade eu to fazendo um rewatch, (sim, como se eu não tivesse nada pra fazer) e eu nunca estive mais feliz. Essa série é o meu happy place, ela é uma das minhas séries preferidas de comédia. Eu ainda não conhecei a terceira temporada, mas assim que der (assim que ela chegar na Netlfix) eu vou me atualizar.
  3. Guilty Pleasure: Eu já falei aqui no blog sobre Shadowhunters, e ela foi uma das piores/melhores coisas que aconteceram nesse mês. Sim, os efeitos são horríveis, e sim a atuação do casal principal é terrível , mas tão bonito o rosto da Emeraude aka Isabelle Lightwood. Ela o Alec e o Simon fazem valer a pena. E o fato de estar na Netflix ajuda bastante.
  4. A melhor HQ da vida: Não necessariamente da vida, mas a melhor do mês. O Fantasma de Anya veio em um momento que eu estava precisando de algo diferente.  Eu tinha vindo de duas leituras horríveis e esse livrinho me deixou extremamente feliz!
  5. A Netlix é a minha melhor amiga: Vocês já ouviram falar de Desperate Housewives? É a melhor perda de tempo desse janeiro. Eu vi episódios todos os dias, em média 7, sim SETE, episódios por dia. Teve uma semana que eu vi duas temporadas…
  6. Os rolês da vida: Esses dias eu sai com umas amigas e tirei essa selfie maravilhosa de um angulo que eu não consumo tirar e me senti maravilhosa!! E eu estava usando essa cropped que eu comprei no natal/minha blusa preferida no momento. Eu tirei umas outras fotinhos bonitinhas, pensando em fazer uma coisa com elas (uns posts especiais com fotos e ect).

Vocês gostaram desse tipo de post? Eu vi num blog, (que agora não me lembro o nome) e achei a ideia genial. Tudo que é geninal merece e vai estar nesse blog. Mas sobre vocês, o que vocês estão lendo? No momento eu estou lendo Feita de Fumaça e Osso da Laini Taylor, mas até agora não estou entendendo muita coisa, espero que melhore…


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O Fantasma de Anya — Vera Brosgol

o fantasma de anya, 2016Sinopse: A vida de Anya dá uma guinada quando ela cai num buraco na floresta e encontra o fantasma de uma garota morta há muito tempo, Emily. Por ter sido privada da vida de uma adolescente normal, Emily é um fantasma ressentido. Quando consegue seguir Anya até em casa, procura maneiras de ser útil e convencer Anya a deixá-la ficar. E Anya começa a desfrutar dos benefícios de uma amiga invisível, que pode ajudá-la a viver no mundo às vezes complicado de uma escola secundária. Naturalmente, os problemas não tardam a surgir. E, como dá para adivinhar, o resultado dessa amizade pode causar situações desastrosas e assustadoras.


Confesso que eu nunca leria esse livro se não fosse um indicação. As minhas expetativas estavam altas, e felizmente, depois do azar que eu tive com aquele livro que não precisa ser nomeado, O Fantasma de Anya veio para levantar o meu astral e me tirar da ressaca.

Anya é uma adolescente qualquer, que mora com a mãe o irmão mais novo. Ela é Russa, e sua família veio para os Estados Unidos quando ela ainda era pequena. Uma menina normal, que tem os mesmos problemas que todas nós temos: autoestima, aceitação entre outros. Em um belo dia, (ou não tão belo assim) ela cai em um buraco e lá ela encontra um fantasma.

O que mais me deixou feliz nesse livro foi a simplicidade com que os temas foram abordados. É claro que tem o clichê de não ser popular, só ter uma amiga e ser apaixonadinha no popularzinho da escola. Mas é bem mais do que isso. Os personagens tem camadas além das que são expostas. Todos ali tem erros, e ninguém tem a vida “perfeita”.

A Anya é a melhor personagem, eu me identifiquei bastante com ela. Ela tem uma insegurança a respeito do próprio corpo por não ser tamanho 34. Eu sei que várias pessoas passam por isso, e eu passo até hoje. É difícil se aceitar, e a autora trata disso de um jeito tão bacana que eu acho difícil as pessoas não se relacionarem.

Emily, a fantasma da Anya, é uma personagem um tanto quanto simbólica. Qualquer coisa além disso será um spolier

O livro fala sobre preconceito e o egoismo que nos cega enquanto somos jovens. Ele também conta com boas personagens femininas. Ele é bem curtinho mesmo, tem umas 200 e poucas paginas e dá pra ler em uma hora. É uma história em quadrinho com tons de preto, branco, azul e roxo.  A minha única reclamação seria que ele acabou rápido demais. Dei 5/5 no Skoob e favoritei. Recomendo a todos.