Resenha: Métrica #1

O romance de estreia de Colleen Hoover, autora que viria a figurar na lista de best sellers do New York Times, apresenta uma família devastada por uma morte repentina. Após a perda inesperada do pai, Layken, de 18 anos, é obrigada a ser o suporte tanto da mãe quanto do irmão mais novo. Por fora, ela parece resiliente e tenaz; por dentro, entretanto, está perdendo as esperanças. Um rapaz transforma tudo isso: o vizinho de 21 anos, que se identifica com a realidade de Layken e parece entendê-la como ninguém. A atração entre os dois é inevitável, mas talvez o destino não esteja pronto para aceitar esse amor.

 

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TAG: 7 Coisas

Antes de mais nada queria agradecer a Cris do Leitores Forever por ter me indicado pra Tag, valeu Cris. A Tag é mais pra vocês me conhecerem melhor (acredito eu). Essa é minha primeira Tag, então….

7 coisas para fazer antes de morrer

  • Morar em outro país
  • Ter uma estante grande
  • Fazer alguma coisa relevante
  • Me formar em Jornalismo
  • Poder ir em pelo menos um festival de cinema
  • Brincar na neve (SIM!)
  • Faz Intercâmbio / Conhecer um aluno de intercâmbio

7 coisas que mais falo

  • Nossa!
  • Sinceramente
  • Que fome
  • Não sei
  • Aff
  • Não acredito
  • Vou arrumar meu quarto

7 coisas que faço bem

  • Reclamar
  • Dormir
  • Criticar (quem dera)
  • Dançar
  • Vários Nada (??)
  • Argumentar
  • Liderar

7 coisas que me encantam

  • Filmes
  • Pessoas Inteligentes (mas não esnobes)
  • Ficar sem palavras
  • Relacionamentos
  • Plot twist
  • Livro de Capa Dura
  • Nascer do sol / Por do sol

7 coisas que eu não gosto

  • Matemática (exatas em geral)
  • Gente acomodada
  • Fingimento
  • Burger King
  • Correr
  • Andar de ônibus
  • Falsidade

7 blogs para responder a TAG

Resenha: Trilogia A Seleção

A história se passa num futuro alternativo, em um país chamado Illéa: uma monarquia em que a sociedade é divida em castas. Os eventos ocorridos são narrados por sua protagonista, America Singer, uma jovem pertencente à casta Cinco que acaba entrando para a Seleção, onde deverá competir com outras 34 garotas pela mão do Príncipe Maxon, assim como o título de princesa e futura rainha de Illéa.

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Informativo: Vou levar isso a sério

Criei esse blog por falta de ter o que fazer. Na verdade eu tenho várias coisas pra fazer, mas eu tenho preguiça. Eu sempre gostei de falar sobre séries, filmes, livros e afins, mas sempre tive só uma ou duas pessoas com quem conversar. O Primaverei é um projeto pessoal (pretendo começar a faculdade de jornalismo ano que vem, e vejo o blog como uma maneira de melhorar meu conteúdo) no qual venho pensado há algum tempo. Vou postar sempre que eu quiser (uma ou duas vezes na semana), sem pressão. É isso.

Pâmela

Crítica: But I’m a Cheerleader (1999)

Megan (Natasha Lyonne) é o protótipo da líder de torcida americana: linda, popular, tira boas notas e sai com o capitão do time de futebol. Um dia, porém, seus pais resolvem salvá-la de um possível desvio sexual, uma vez que ela é vegetariana, tem um pôster da Melissa Etheridge no quarto, abraça demais suas amigas e foge dos beijos do seu namorado. Os pais de Megan decidem por enviá-la para o campo de homo-reabilitação “True Directions”, dirigido pelo ex-gay Mike (RuPaul), que possui um programa infalível de “cura”, em cinco passos.

Um filme tão cretino que chega a ser gostoso. But I’m a Cheerleader (que leva o nome de “Nunca fui Santa” em Português) conta a história de Megan (Natasha Lyonne de Orange Is the New Black) um esteriótipo de lider de torcida: linda, loira, magra, hétero (ou quase isso). Seus amigos e seus pais, desconfiados de sua sexualidade decidem “ajuda-la” a mandando para o True Directions, um campo de reabilitação de homossexuais. O campo é dirigo por um Ex-gay e por uma mãe conservadora. A cura tem 5 fases. A primeira delas é a aceitação.

O filme é critico.Tratando o homossexualismo como doença, podendo e devendo ser curada. Nesse campo há Gays e Lésbicas, todos aguardando para serem curados. Eles são submetidos a essas cinco fases da doenças, que são absurdamente ridículas e auto-criticas. Os meninos fazem trabalho braçal enquanto as meninas cuidam da casa, e aprendem como satisfazer o seu homem. Assim como a sociedade é e deve ser. Eles vão fundo ao tentar explicar o porque do homossexualismo.

A confusão na cabeça de Megan é bem interessante, bem explorada. O titulo do filme se refere a uma frase citada pela mesma se defendendo das acusações de ser lésbica “Eu não sou lésbica, eu sou uma líder de torcida”. Ela se interessa por Graham (Clea DuVall) a esteriótipo de sapatão que você já deve ter visto em um ou dois filmes. Amarga, fria… O filme foca na descoberta: o desejo que ela sente por Graham.

O filme peca em não abordar tanto a história dos garotos, seria legal se houvesse pelo menos dois ou três diálogos bem elaborados entre eles.

Nota: 4,2/5